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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Após denúncias, barragem de rejeitos da Mineradora Aurizona em Godofredo Viana receberá equipe de fiscalização da Agência Nacional de Mineração (ANM)


O Maranhão possui apenas uma barragem de rejeito, qual seja a Mineradora Aurizona S/A, situada no município de Godofredo Viana, cuja fiscalização é de responsabilidade da Agência Nacional de Mineração (ANM). Já a ALUMAR, possui no Estado diques destinados ao armazenamento de resíduos e não de rejeitos, como é o caso da Mineradora Aurizona e das mineradoras de Minas Gerais. Ou seja, são as chamadas Áreas de Resíduos de Bauxita (ARBs).

“Por isso, é importante desmistificar eventuais comparativos, com a edificada em Brumadinho/MG”, realçou o Superintendente de Fiscalização da SEMA, Fábio Sousa, em relação a ALUMAR.

A SEMA evitou comentar novamente a situação que envolve o deslizamento de rejeitos da Mineradora Aurizona, que, no ano passado se rompeu causando prejuízos à população local, por sorte não foram registrados óbitos nem feridos na ocorrência. 

“As ARBs são formadas pelo Sistema de Contenção, Sistema de Impermeabilização e Sistema de Drenagem de Fundo. Este método construtivo não utiliza o próprio resíduo como material de construção e sim o solo local, conforme investigação geotécnica realizada para a implantação de cada área. Tais diques possuem altura máxima de 25m. Todas as ARBs possuem a parte interna (taludes e fundo) impermeabilizados com sistema composto por três barreiras de proteção”, falou a Gerente de Gestão de Sistemas, Meio Ambiente, Segurança e Relações Institucionais da ALUMAR, Dulcimar Soares.



Jornalista Valdenor Pereira - Registro 0084745/SP


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