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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Ocupando cargo de forma irregular, primeira-dama de Santa Luzia do Paruá recebe R$ 2 mil por mês sem praticamente pisar no serviço

As irregularidades patrocinadas pela gestão Plácido Holanda ultrapassam o campo dos atrasos salariais, há um verdadeiro retrocesso em várias áreas administrativas e setores. Na contramão da lógica, o que se vê na prática é um Ministério Público "assistindo" a tudo isso sem tomar medidas eficazes na prática, o papel de um órgão tão importante como este não é tão somente esperar a chegada da denúncia formulada mas também de averiguar, investigar e reunir conteúdo o suficiente para que as irregularidades que seguem aumentando possam ser deterioradas, se isto está sendo feito, não é essa a impressão que a população de Santa Luzia do Paruá tem obtido. 
Funcionários que estão com mais de 4 meses de salários em atraso dialogaram com nossa redação e confessaram se sentirem desestimulados a procurar o órgão na esperança de obtenção de seus proventos.
Enquanto funcionários seguem "beirando a miséria" por falta daquilo que lhes é devido (no caso os seus salários), a primeira-dama de Santa Luzia do Paruá conhecida popularmente como Meire segue ganhando cerca de R$ 2 mil reais por mês sem praticamente pisar no serviço, ainda que a alegação da inserção no cargo de secretária adjunta de Assistência Social fosse por critérios técnicos a mesma não poderia ocupar a função já que as últimas experiências foram domesticas e não condiziam nada com a área em atuação. A primeira-dama que desafiou o Ministério Público permanecendo no cargo durante todo o ano de 2017 não vem cumprindo com seu papel de secretária adjunta e hoje quase não aparece no prédio onde deveria prestar serviços.

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