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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Em Santa Luzia do Paruá: Após indeferir pedido de prisão em desfavor de criminosos, juiz Aurimar Arrais manda soltar acusado de traficar drogas, preso na última semana

Empossado no dia 20 de julho de 2016 como juiz titular da Comarca de Governador Nunes Freire, o juiz Aurimar de Andrade Arrais Sobrinho que se encontra substituindo o juiz Rodrigo Costa Nina (titular da Comarca de Santa Luzia do Paruá) em seu período de recesso, e não demorou muito para que o magistrado se colocasse no centro de uma polêmica, envolvendo o papel da polícia e do judiciário e a falta de interatividade cooperativa entre ambos os órgãos.
As últimas decisões proferidas pelo magistrado Rodrigo Nina a titulo de informação foram em relevância em prol do trabalho de investigação dos policiais civis de Santa Luzia do Paruá. Profundo conhecedor da realidade local e vivenciando de perto as dificuldade enfrentadas pelos policiais que veem na justiça uma aliada. 
Um caso todavia nos chamou a atenção: nos últimos dias, a Polícia Civil para tentar conter um crescimento da violência na cidade tem realizado com poucos recursos investigações e diligências e mesmo realizando prisões com êxito, não pode contar com o aval da justiça no sentido de prover a detenção dos envolvidos tendo em vista que o magistrado revelou ter entendimento discordante dos policiais e este não foi o primeiro caso. 
Após um longo trabalho investigativo em julho, a Polícia Civil conseguiu desvendar os autores e envolvidos em um assalto na cidade, receosos de serem presos os suspeitos envolvidos começaram a ameaçar e julgar em risco a integridade de uma vítima que acabou receptando um objeto roubado, os policiais após um longo processo investigativo que deveria culminar na prisão de suspeitos de praticar delitos na região, acabaram tendo um pedido de expedição de um mandado de prisão indeferido pelo juiz Aurimar, que alega nas referidas decisões não encontrar procedência legal para o deferimento do pedido feito e tampouco para a prisão preventiva dos acusados de terem praticado o delito no centro da cidade. 
Enquanto justiça e polícia sequem se chocando nas alegações, o número de ocorrências segue visivelmente em ordem crescente em Santa Luzia do Paruá e região. A justiça precisa se parear ao trabalho policial respaldando todo o trâmite envolvido e não conjecturar sem analisar a realidade dos fatos. 

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