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domingo, 30 de abril de 2017

Ata de reunião expõe intervenção do MP e revela que gestão municipal de Santa Luzia do Paruá preferiu assumir os riscos a ter que alugar estrutura do Hospital Santa Luzia

O Ministério Público representado pelo promotor de justiça Hagamenon de Jesus Azevedo esteve no dia 27 de março em São Luís para uma reunião cujo objetivo seria encontrar uma solução para a problemática do setor de saúde do município. Além do promotor, estiveram presentes na reunião com Carlos Lula, o prefeito Plácido Holanda acompanhado do secretário de saúde enfermeiro Gean.
Antes que o TAC fosse assinado, o promotor demonstrando preocupação com a situação e tentando esgotar todas as alternativas viáveis, questionou o secretário Gean se não havia uma possibilidade de ser feita uma parceria com o Hospital do médico Harofran em prol da população, o secretário municipal replicou que não e usou a afirmação de que o Hospital Santa Luzia não tinha estrutura física nem equipamentos que se encerrassem em uma parceria e viabilizassem a vinda da tenda. Ironicamente após a chegada do hospital de campanha, os pacientes passaram a ser atendidos em um antigo depósito de caixas de mel de abelha (antigo prédio da Turimel) com estrutura física inferior a oferecida pelo hospital que anteriormente prestava serviços à população.

Com a negativa da parceria, tanto o secretário como o gestor municipal assumiram a responsabilidade indireta por possíveis falhas e negligências registradas. Vale ressaltar que no TAC assinado entre as partes, a previsão de conclusão da reforma e ampliação do Hospital Francisca Melo foi "jogada" para junho/julho de 2018 ou seja diferentemente do que Carlos Lula havia afirmado em visita a cidade, o sonho de ver este hospital reativado ficará infelizmente para as proximidades do próximo período eleitoral. 

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