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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

LASCOU! Grupo de barraqueiros de Santa Luzia do Paruá é impedido de trabalhar no corredor da folia por não terem votado no grupo do prefeito e Ministério Público dá prazo de 48 horas para explicações

Quatro barraqueiros acionaram o Ministério Público nesta semana após uma série de tentativas de resolverem o impasse que se configura como perseguição política. Os quatro foram informados que não seriam em hipótese alguma autorizados a trabalhar em barracas no corredor da folia ouvindo nitidamente da boca do responsável a expressão “esse ano vocês não terão vez” ao indagarem o motivo da negativa, foram informados pelo responsável que o motivo era político e que por conta dos mesmos não terem votado no grupo do prefeito nas últimas eleições eles não seriam credenciados para trabalhar no local durante dos dias do período carnavalesco. Inconformados com a configuração de perseguição política, ambos procuraram o Ministério Público e denunciaram o caso. Após tomar ciência do fato, o promotor Hagamenon de Jesus Azevedo (titular da Comarca de Santa Luzia do Paruá) deu um prazo de 48 horas para que os responsáveis se manifestassem sob pena de serem responsabilizados por ato de improbidade administrativa, por violarem o princípio da impessoalidade no caso que se configura como perseguição política. O promotor solicitou ainda a relação completa de todos os barraqueiros que foram autorizados a trabalhar no período de carnaval, com respectivas informações de endereço e ocupação profissional. 

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