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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Em entrevista concedida à Rádio Digital FM, presidente da Câmara de Santa Luzia do Paruá expõe verdades para a população

Em pouco mais de 60 minutos de entrevista, o vereador José Pessoa de Menezes (PEN), popularmente conhecido como vereador Dequinha expôs diversas problemáticas enfrentadas atualmente pelo município. Quando indagado acerca da caótica situação da saúde, o vereador se solidarizou com os luzienses que se veem desesperançados com relação a solução dessa problemática, que diga-se de passagem se agravou após erros administrativos da atual gestão. A linha da radio esteve aberta ao público durante o breve período e foi o suficiente para que a população ligasse denunciando as mais diversas situações vividas no cotidiano atualmente. Dequinha foi enfático ao ressaltar a falta de coerência daqueles que até o final de 2016 eram oposição e criticavam duramente a situação da saúde, e hoje se contentam com uma ambulância e um serviço improvisado em uma clinica que não oferece atendimento humanizado de forma adequável as necessidades da população. 

SAÚDE
O presidente da Câmara lembrou que Carlos Lula (secretário de saúde de Flávio Dino) lhe visitou juntamente com o responsável pela pasta no município e na oportunidade afirmou categoricamente que Santa Luzia do Paruá receberia um hospital de campanha (guerra) antes mesmo do período carnavalesco, o que não aconteceu. Dequinha usou a oportunidade também para denunciar a tentativa desacerbada da atual gestão em responsabilizá-lo por erros e trapalhadas que a mesma vem cometendo e ressaltou o empenho do Ministério Público para coagir práticas que ferem a impessoalidade.
Lembrando em determinado momento que o prefeito Plácido Holanda poderia perfeitamente ter decretado estado de emergência na área da saúde e não fez o que se destaca como sendo uma incoerência analisada de acordo com o discurso de governo. Na próxima sexta-feira, Dequinha estará juntamente com uma comissão em São Luís para discutir com o secretário de saúde do Estado, Ministério Público e demais autoridades, soluções viáveis para a melhoria da saúde dos luzienses.

EDUCAÇÃO
Dequinha fez cobranças referentes ao pagamento do abono salarial dos professores, questionou acerca do saldo restante e seu destino, afirmou também que o vereador João Teixeira juntamente com a procuradoria do município procurou meios de impedir que esse abono fosse pago e fez justiça ao ressaltar que os recursos para o pagamento do abono foram deixados pela ex-gestora do município.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Antes mesmo de citar o tema, o vereador através do apresentador do programa ouviu várias denúncias de pessoas que ligaram para a rádio cobrando melhorias na iluminação pública de suas ruas.

COFRES CHEIOS
Além dos mais de R$ 4 milhões deixados em caixa pela ex-gestão, o presidente da Câmara expôs o avantajado somatório de recursos financeiros que caíram em janeiro e fevereiro para o município. Somente no mês de fevereiro, a atual gestão recebeu mais de R$ 5 milhões de reais sem contar com os recursos que devem cair no dia 28, ou seja, dinheiro não era e não tem sido o motivo para se "fazer corpo mole" com benefícios para a população.

DESESPERO DE ALIADOS DA ATUAL GESTÃO
Após o desorganizado inicio de reforma da UBS do Distrito Paruá, iniciada sem o seguinte respaldo legal proveniente de licitação, a atual gestão municipal optou por paralisar a obra até que tudo fosse devidamente regularizado, tentando lhe dar com a pressão, aliados da atual gestão tentam provocar "terrorismo politico" com apelações e tentativa sem sucesso de culpar o vereador presidente da Câmara pela paralisação da obra.



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