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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

VIDAS EM JOGO: Prefeito Plácido Holanda e secretário de saúde colocam mais de 24 mil vidas em risco, por conta de rixa política

Prefeito e secretário de saúde se recusam a negociar com dr. Harofran
ou buscar uma saída aplausível para a crise da saúde
A lógica e a coerência dão a entender que é muito cedo para propor qualquer julgamento sobre a nova gestão municipal de Santa Luzia do Paruá. No comando do município há 11 dias, o prefeito tem a sua disposição além dos largos recursos financeiros deixados pela ex-gestora, uma nova quantia referente ao repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).
O que deveria ser motivo de esperança por parte dos luzienses, se transformou em frustração. Uma das áreas mais carentes de melhorias na cidade nos últimos 11 dias tem sido rebaixada e por questões meramente politicas não tem sido tratada com o devido respeito.
Após o registro de uma ocorrência grave registrada no Paruá
Veja a indignação de um usuário da política de saúde local 
A responsabilidade pela renovação do convênio com o Hospital Santa Luzia sempre foi vista como prioridade ao longo de várias gestões que assumiram a prefeitura da cidade, independente de escolhas e lados políticos, a urgência e a importância da estrutura física e humana sempre foi taxada como essencial para os luzienses já que o hospital Francisca Melo segue com sua reforma a "passos lentos". O Estado por sua vez concede autonomia aos municípios e essa mesma "autonomia" é que vem sendo colocada em xeque. Desde o período de campanha eleitoral no município, aliados e "babões" do candidato eleito já vinham espalhando nos quatro cantos da cidade que caso o grupo político vencesse as eleições, era questão de honra "fechar" o hospital. Sem recursos necessários para custear as despesas de médicos, medicamentos e profissionais específicos, o médico doutor Harofran aceitou dialogar com o atual secretário de saúde e com o atual gestor, mas a contundente proposta esperada não veio, pelo contrário, de acordo com as afirmações do próprio doutor Harofran, o mesmo aceitou alugar a estrutura do hospital pela metade do preço de mercado (R$ 30 mil), proposta essa rechaçada pela atual gestão, que em contrapartida aparentemente espera que o mesmo abra seu hospital de graça, sendo que há recursos que poderiam certamente custear as tais despesas. Em entrevista na rádio Digital FM, o médico se propôs a negociar, o que não trouxe nenhuma motivação para o secretário da pasta nem atual prefeito. Enquanto isso, a saúde de Santa Luzia do Paruá sofre um estranho processo de regressão, e os mais de 24 mil luzienses precisam se contentar com o acaso para se protegerem de casos mais graves. Mesmo com uma estrutura improvisada na clínica, os atos vem gerando indignação de quem testemunhou a dificuldade de se passar com uma maca em um corredor de um metro e meio de largura, em um prédio que não oferece conforto nem a honradez que a população luziense espera.

Confira as afirmações e alegações do Dr. Harofran sobre as tentativas frustadas de negociação com a nova administração:

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