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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

SEM HOSPITAL E SEM SAÚDE: Postos de saúde de Santa Luzia do Paruá não dispõem de vacina contra Febre Amarela; Caso foi denunciado pelos próprios moradores

Já não bastasse o caos instalado na saúde do município e a falta de objetividade na solução da problemática, um novo problema chamou a atenção dos luzienses nos últimos dias.
Enquanto em municípios vizinhos, há disponibilidade de sobra de unidades da vacina para atender a população, em Santa Luzia do Paruá, quem se desloca aos postos de saúde para se vacinar contra a Febre Amarela acaba ouvindo sempre a mesma expressão negativa nos postos de atendimento, isso porque simplesmente NÃO tem vacina contra Febre Amarela disponível nas unidades de saúde da cidade. A informação foi confirmada ontem (30) pelos próprios profissionais de saúde que atuam no Centro de Saúde Dona Antônia Fontes Câmara.

Cientes de que o “estoque de desculpas” já está se esgotando, secretário de saúde e gestor municipal estão ainda sem ver uma luz no fim do túnel, enquanto isso a população luziense clama urgentemente pelo cumprimento de uma das mais importantes promessas de campanha, a de que a saúde estaria melhor já nos primeiros dias do presente ano, enquanto o retrocesso bate à porta, quem adoece vive a mercê das expectativas futuras.

No Brasil os casos envolvendo Febre Amarela cresceram 25%. Entre dezembro e maio, período do verão, aumentam os casos de transmissão de febre amarela em grande parte do Brasil, sobretudo em regiões silvestres, rurais ou de mata. Por isso, o Ministério da Saúde alerta que essas são áreas onde se recomenda aos moradores e visitantes tomar a vacina contra a doença.
A doença
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. Reveste-se da maior importância epidemiológica por sua gravidade clínica e elevado potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas por Aedes aegypti.
Vacinação
A Organização Mundial da Saúde considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para a proteção por toda a vida. No entanto, como pode haver queda na imunidade com o tempo de vacinação, o Ministério da Saúde definiu a manutenção de duas doses da vacina Febre Amarela no Calendário Nacional, sendo o esquema vacinal uma dose aos noves meses de idade com reforço aos quatro anos. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses.

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