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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Professor, advogado e partidários do grupo 40 estão sendo enquadrados pela Polícia Civil após espalharem montagem falsa de pesquisa

Policiais civis na casa de um dos acusados de disseminar a mentira
Quem acompanha a política luziense de longe, acaba deixando passar despercebido diversas situações. Dentro do período de campanha eleitoral na cidade, se torna notória a disseminação de diversas práticas tidas como crimes eleitorais.
Nesta quinta-feira (29), o grupo que pleiteia a candidatura de Plácido Holanda divulgou em redes sociais uma montagem mal feita de uma pesquisa falsa, mesmo tendo noção de que a imagem poderia ser uma montagem, partidários do grupo 40 preferiram se arriscar na divulgação e muito mais que isso, mal orientados por um advogado, partidários do grupo oposicionista espalharam a falsa pesquisa na cidade pela internet e através de cópias xerocadas.
O RESULTADO???
Não deu outro: Após a Polícia Civil ser acionada com provas documentais da farsa, os policiais iniciaram diligência em busca das pessoas que divulgaram a mentira. No início da noite, a viatura da Polícia Civil se fez presente em frente a casa do professor Oseias Menezes, um dos primeiros a divulgar a montagem falsa nas redes sociais da cidade, este de acordo com informações estaria acompanhado do advogado Mateus Lacerda (OAB-MA 15339) que também é suspeito de ter incentivado a publicação da montagem em grupos de WhatsApp do 40. Em sua defesa o professor afirmou que não tinha conhecimento da farsa e que havia publicado enganado.
Vários prints de grupos de WhatsApp e Facebook foram colhidos por representantes da Coligação PARA O PROGRESSO CONTINUAR e estão sendo usadas pela Polícia Civil para identificar e autuar todos aqueles que espalharam as cópias xerocadas pela cidade, como também fizeram comentários levianos e mentirosos em grupos de WhatsApp.
O FEITIÇO VIROU CONTRA O FEITIÇEIRO

O terrorismo político fez muitos relembrarem as práticas adotadas por esse mesmo grupo na eleição de 2012 ao tentar desvirtualizar a pesquisa da candidata adversária, só que assim como em 2012, o feitiço virou contra o feiticeiro e todos os envolvidos irão responder perante a justiça pelos seus atos.

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