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sábado, 16 de janeiro de 2016

Posto da PRF de Araguanã segue desativado para reforma e ampliação, e entorno vira ponto de consumo de drogas e prostituição

O posto que fica localizado no KM 160, entre as cidades de Nova Olinda e Araguanã, já deveria ter sido entregue aos policiais rodoviários federais mas continua desativado. Fechado há mais de um ano para reforma e ampliação, na teoria o prédio seria reformado e ampliado, ganhando novas partições, garagem coberta e outras melhorias significantes, mas como quase toda obra no Brasil não é entregue no prazo estipulado, a obra a ser realizada no local também não ficou para trás. A empresa JB PISOS E CONSTRUÇÕES (fundada em 03/02/2011) ganhou a licitação para executar a obra que tinha o prazo inicial de 180 dias para ser concluída. Orçada em mais de R$ 500 mil reais, a obra permanece inacabada.
A empresa de acordo com documentos entregues à Polícia Rodoviária Federal fica sediada na rua Nossa Senhora de Fátima, N° 01, na Vila Embratel, mas um fato no mínimo estranho chama atenção de quem realmente investigar a fundo os dados fornecidos. No local indicado como sendo a sede da empresa, só há um casebre fechado. Após não conseguir honrar os prazos indicados para conclusão da obra, a empresa conseguiu junto à Advocacia Geral da União, uma prorrogação informando que até o final de dezembro de 2015 a obra estaria 100% concluída o que não acabou acontecendo. Sem nenhum policial rodoviário em atividade, o entorno do posto tem servido para os mais diversos tipos de atividades irregulares, que vão desde o consumo de drogas até prostituição. Não existe respeito sequer pelo vigilante presente na obra. Enquanto a empresa responsável vai dando um "jeitinho brasileiro" de levar as coisas, a livre circulação de drogas na região através da  BR 316 continuará sem nenhuma inibição. Os índices de apreensão de carros e motos roubadas e clonadas praticamente duplicou na região desde o fechamento do posto. Enquanto a empresa não honra com seus compromissos, a população da região segue convivendo com o clima de esquecimento e insegurança.

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