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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

POLÊMICA: Alunos de escolas municipais aderem a prática da automutilação com cortes pelo corpo e deixam professores em alerta para o ano de 2016

O assunto é polêmico e muitas vezes tem sido tratado como um tabu a ser quebrado em Santa Luzia do Paruá. As ocorrências de auto-mutilação por parte de adolescentes e até crianças que estudam em escolas públicas e particulares de Santa Luzia do Paruá cresceu de maneira alarmante principalmente nos últimos meses de 2015. O tema é tão sensível que alguns profissionais da educação fingir não reconhecer a atual realidade. Ao contrário do que muitos pensavam não se tratava de algo isolado, já que os casos começaram a se multiplicar por escolas públicas e particulares, novos registros de casos que adolescentes e jovens com cortes pelo corpo provocados por objetos cortantes (giletes e laminas de apontador). A prática que se espalhou pelas escolas públicas e particulares de Santa Luzia do Paruá apesar de ser desconhecida por muitos, tem nome e definição, segundo alguns profissionais o ato é definido como "Cutting", termo em inglês que significa cortar-se ou se auto-flagelar. Tanto o Conselho Tutelar quando a psicologa do CREAS foram acionados para investigar os últimos casos registrados no final de 2015. No Brasil ainda não existe estudo a respeito, mas nos Estados Unidos, de acordo com a revista Times, entre 14% e 39% dos adolescentes americanos já praticaram algum tipo de auto-lesão. Uma hipótese a não ser descartada para a prática seria a necessidade de correr riscos. Os adolescentes ouvem falar e querem experimentar, assim como gostam de testar outros comportamentos arriscados desafiando os próprios limites. A depressão, ansiedade e autoestima rebaixada, também são fatores que podem levar o jovem a essas práticas.
Alguns adolescentes o praticam como forma de imitação ou para inserir-se em um grupo de já praticantes.
Quem participa de grupos de Cutting fica encarregado de conseguir novos adeptos e fica terminantemente proibido de repassar qualquer informação sobre outros membros. A filosofia pregada por estes grupos diz respeito a uma especie de culto de purificação no intervalo entre as aulas. O problema ganha maior proporção quando passa a ser ignorado por muitos pais que ao se depararam com cortes em seus filhos se contentam com meras desculpas. Quem participa de atos como estes incentiva outros alegando sobre a existência de paz interna. O cutting não tem como objetivo chamar a atenção, mas é usado como um escape para aliviar a tensão. Quem o pratica não quer que os pais saibam, porque quer continuar usando esse “analgésico” para dor emocional. O jovem ou adolescente que se automutila fica proibido que confessar o ato caso contrário, a pratica terá sido em vão. 

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