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sábado, 20 de junho de 2015

Funcionários da Operadora OI em Santa Luzia do Paruá, se beneficiam financeiramente de esquema que lesa consumidores de fixo e internet Velox na cidade

EM VIRTUDE DE ACORDO FIRMADO COM OS RESPONSÁVEIS PELA RM SERVIÇOS E OPERADORA OI NA REGIÃO, A MATÉRIA PODERÁ SAIR DO AR CASO HAJA MELHORIAS IMEDIATAS NOS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS TÉCNICOS NA REGIÃO.
Por não compactuarem com os vencimentos recebidos mensalmente, os funcionários da Operadora OI em Santa Luzia do Paruá resolveram adotar um esquema tipicamente brasileiro, para aquisição de dinheiro fácil. Resolveram cobrar dos luzienses por serviços que são obrigação da própria equipe de suporte da Operadora na cidade. Através de práticas que ferem o Código de Defesa do Consumidor, alguns servidores da OI em Santa Luzia do Paruá chegam a ganhar o dobro do salário através de um esquema que beneficia a muitos e que se perpetua há anos pelo interior do Maranhão. Pequenos serviços como a mudança de uma linha para outro ponto da cidade chegam a custar algo em torno de R$ 100,00, a mesma eficácia não é mantida caso o cliente opte por não pagar esta taxa e solicitar o serviço pela Central da operadora, a conclusão desse simples tipo de serviço pode demorar dias e porque não dizer meses. Para serviços de reparo na linha, caso o consumidor opte por esperar a resposta do chamado, é melhor o mesmo esperar sentado e bem alimentado já que os técnicos da operadora na cidade não fazem a mínima questão de adiantar serviço, mas caso o cliente aceite pagar por valores que giram em torno dos R$ 100,00, então provavelmente o problema ganha soluções imediatas. Vale lembrar que neste ano, o Procon do Estado oficializou e divulgou uma lista com as empresas que detiam o maior número de reclamações por porte dos consumidores e como sempre a Operadora OI não poderia ficar para trás, alçando a primeira posição no ranking negativo no Maranhão, a empresa também está entre os primeiros no ranking negativo emitido pelo site de reclamações ReclameAqui.
O usuário de telefonia fixa ou cliente Velox em Santa Luzia do Paruá que quiser ter o seu problema "solucionado" precisa na grande maioria das vezes desembolsar altos valores para pagamento de funcionários da OI, que não estão fazendo nada além do que, prestando um serviço que pelo Código de Defesa do Consumidor é obrigatoriamente exigido da operadora e de seus técnicos.
Alguns destes profissionais quando consultados, repassam números pessoais de profissionais que atuam em centrais de telemarketing como a PROSPECT, que prometem ajudar o cliente a adquirir ou acelerar a contratação de uma linha de fixo ou internet Velox, porém o que poucos sabem é que estes profissionais recebem comissão por cada indicação de cliente realizada. Ao serem direcionados para alguns facilitadores, o cliente se torna vitima da venda "casada com a UOL" ou com outros serviços, chegando a receber propostas como a de aquisição de provedores e outras que nada tem a ver com o serviço requerido pelo cliente. Muitos consumidores luzienses como resultado, denunciam através de faturas as diversas cobranças indevidas por serviços que sequer solicitaram. 
Art. 39 do Código de Defesa do Consumidor ressalta que é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)
I - condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;
II - recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes;
III - enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto, ou fornecer qualquer serviço;
IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços;
V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;

Outro problema derivante desse esquema usado para beneficiar financeiramente os funcionários da OI na cidade é o sinal de internet distribuído para muitos usuários. Não existe um controle adequado dos procedimentos de manipulação das portas na Central que fica localizada na Rua do Sol ou seja, enquanto alguns informam serem beneficiados com internet de qualidade e velocidade estável ao garantirem pagar mais por esses serviços, outros se veem prejudicados com a diminuição ou “furto” de sinal. A OI por diversas vezes tentando resolver esses "pepino" adotou a prática de resetar todo o sistema, assim quem pagava a mais pra ter internet com velocidade superior perdia a “gentileza” adquirida, mas pouco adianta se não existem meios administrativos para coibir aos tais que se utilizam dessas práticas. Em contato com a direção do Procon no Maranhão, a instituição reconheceu que muitas ações fiscalizatórias precisam ser feitas com o objetivo de coibir essas práticas fraudulentas, mas informou que está trabalhando para punir as empresas que não criarem mecanismos eficazes de combate a ações errôneas que sempre terminam por lesar o consumidor que paga o exigido pelo serviço mas que não é respeitado como deveria. 



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