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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Em fim de semana agitado, Policia Militar prende 2 indivíduos por porte ilegal de arma em Santa Luzia do Paruá

Com o objetivo de evitar tragédias ocasionadas pelo uso indevido de armas de fogo em brigas ou discussões acaloradas durante o carnaval luziense, foi dado inicio neste último final de semana a execução das ações que fazem parte da operação pré-carnaval da Policia Militar luziense. Participaram da operação, cabo Hidelbrando, cabo Kardec e soldado F. Mendes.


O PRIMEIRO CASO já ocorreu no sábado, mais precisamente às 22:30. A policia através de um denunciante anonimo recebeu a informação de Elissandro dos Santos de Alcântara, vulgo "Leite Ninho", se encontrava com um revolver calibre 38 municiado com 6 cartuchos e que a arma se encontrava dentro de um veiculo de sua propriedade, a partir de então a policia se dirigiu até um bar da cidade onde estava estacionado o carro do mesmo e lá através de revista no interior do veículo a policia encontrou como informado a arma citada, logo após o achado, os policiais deram voz de prisão e o individuo foi detido e conduzido para a delegacia para prestar maiores esclarecimento.




O SEGUNDO CASO ocorreu as 19:30 de ontem na Vila Celeste. Através de uma ligação, a policia recebeu a denúncia de que José Gilberto Felix da Silva, residente na Quadra 30 estaria com uma arma de fogo em mãos e que após uma discussão teria efetuado um disparo contra a senhora Gleiciane Costa da Silva, residente na Rua 01 de Junho na Vila Celeste. Por sorte a bala não chegou a atingir a vitima do ocorrido. Os policiais ao se depararem com o sujeito vindo na direção contrária solicitaram que o mesmo desse explicações e ao revistar a casa onde o mesmo temporariamente se encontrava os policias encontraram a arma usada com 5 munições deflagradas, ao encontrarem o que procuravam os policias deram voz de prisão ao homem que se encontra a disposição da justiça e terá que responder por porte ilegal de arma de fogo.

Posse Ilegal de armas é crime segundo a lei 10.826/03, se confirmado o sujeito poderá pegar de 2 a 4 anos de prisão e multa.

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