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sábado, 25 de outubro de 2014

ACREDITE SE QUISER: Dilma escolhe Jean Wyllys para ser o representante da Juventude Brasileira

O DEPUTADO COMEMOROU A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS E APROVEITOU PARA PROVOCAR OS EVANGÉLICOS DIZENDO: "ACEITA QUE DOÍ MENOS"
Essas foram as palavras de Jean Wyllys em sua rede social:

"Bateu o desespero nos fundamentalistas! Depois de terem apostado todas as suas fichas na campanha do Aécio (inclusive alguns que, na eleição anterior, apoiaram a Dilma), as pesquisas estão frustrando suas esperanças de eleger o governo dos seus sonhos, mistura de neoliberalismo radical, conservadorismo extremo e macartismo vintage. E, desesperados, querem um culpado...
Numa última tentativa de difamar a Dilma entre os eleitores cristãos, os fundamentalistas tentam desconstruir todos os projetos e pautas voltadas para a garantia de direitos das minorias e grupos sociais difamados (negros, mulheres, moradores de periferia, LGBTs, adeptos de religiões de matriz africana, pessoas com deficiências ou com doenças raras, etc.), distorcendo o conteúdo de propostas legislativas apresentadas por mim e que formam parte dos compromissos programáticos que a presidenta Dilma concordou comigo em assumir.
Porque, diferentemente do Aécio, que quer e aceita o apoio deles, mas tem vergonha de tirar foto (como admitiu numa entrevista, frustrado, o deputado fascista viúva da ditadura), a presidenta recebeu meu apoio com orgulho e me convidou a participar da sua campanha -- e bombou!
Numa matéria tosca que está sendo compartilhada pelos caluniadores de sempre, apresentam esses projetos como se fossem prejudiciais ou contrários aos cristãos, falando do meu apoio à Dilma como uma espécie de ameaça contra eles.
Ao mesmo tempo, o pastor MAL-afaia adverte aos evangélicos, através do Twitter, que num dos últimos comícios da presidenta estávamos presentes "o deputado Gay" (com maiúscula) Jean Wyllys "e uma mãe de santo". Homofobia, racismo e preconceito religioso, tudo junto!
Desculpa aí, MAL! Eu estou apoiando a campanha da Dilma e ela assumiu compromissos programáticos, sim! Não para mim, mas para o bem do povo. E tem mais: ela vai vencer!
Aceite que doi menos..."

A militância  do deputado se adéqua à ideologia do PT e parece representar muito bem a juventude da sigla. É o mais nobre representante da linha auxiliar do PT.
Jean Wyllys traz em seu currículo de deputado uma série de defesas contrárias à família e ao que brasileiro comum defende. É dele o projeto de Lei João Nery que prescreve a cirurgia de mudança de sexo feita pelo SUS, inclusive para adolescentes sem a necessidade dos pais autorizarem. 
“Por esse motivo, eu decidi não lavar as mãos, nem ficar em cima do muro. Eu assumi um lado. o governo precisa disso e eu sei que vai se abrir para isso”, disse. Em 2013, o deputado do Psol disse que o governo cedeu à “chantagem de fundamentalistas” para apensar o Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia, ao projeto de reforma do Código Penal. Os defensores das causas LGBT viram o texto como “enterrado” por articulação do Palácio do Planalto.

Jean Wyllys já tem no gatilho Projeto de Lei para profissionalização da prostituição, liberação das drogas , cirurgia de mudança de sexo para pré-adolescentes pelo SUS e descriminalização do aborto. É árduo defensor da distribuição do "Kit Gay" nas escolas.
A candidata pelo Partido dos Trabalhadores Dilma Roussef escolheu o ex-bbb e deputado-federal Jean Wyllys para representar  a juventude brasileira. O ex-bbb participou de um evento de Dilma em São Paulo, foi um dos poucos a discursar e a missão é conseguir votos da juventude.
Wyllys também tem Projeto de Lei que pede a aceleração do processo de reconhecimento da prostituição como profissão e PL para a  legalização das drogas. É um árduo defensor da distribuição do  “Kit Gay” em  escolas públicas. A liberação do aborto também não poderia estar de fora da luta do deputado.
O ex-bbb costuma dizer que começou sua trajetória como militante da Pastoral da Juventude (PJ) e costuma chamar em seus discursos quem discorda de seu pensamento de “fundamentalista religioso”. Ao Papa Emérito Bento XVI chamou em artigo na Carta Capital de genocida em potencial.
No fim do evento, Dilma prometeu, no entanto, lutar pela causa. “Tenho o compromisso de lutar contra a discriminação da juventude negra neste país, contra os autos de resistência, contra esse morticínio, assim como eu tenho compromisso de lutar contra violência que motiva a mulher, assim como contra a homofobia, temos de criminalizar a homofobia”, disse.

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